Casais e seus apelidinhos constrangedores

Casais e seus apelidinhos constrangedores

Namoro e casamento transformam desconhecidos em cúmplices. Amigos em amores. E Josés e Marias em ‘chuchuzinhos’ e ‘fofinhas’. Com a intimidade, cresce o desejo de chamar o que é seu de um jeito particular, único. E na hora de criar apelido, regras não existem. Vale a criatividade de cada casal.

Tem gente que abusa dos diminutivos. Vontade de infantilizar? Tem aqueles que apelam para os neologismos e inventam palavras para identificar o amor da vida.

O Vila Dois pesquisou e descobriu alguns apelidos divertidos. E apesar da criatividade ser um dos charmes do brasileiro, há bastante repetição. Muitos casais se chamam por ‘gordo’ e ‘gorda’, mesmo quando estão na melhor forma. “É carinhoso”, declaram. Gustavo Ferreira, 21 anos, é magro de dar dó, mas já foi chamado de ‘gordinho’ por uma namorada, com quem ficou por quase 2 anos. “E eu a chamava de ‘princesa’”, conta.

Mas há sim quem abuse da criatividade. Renata Farias é publicitária e quase mata o namorado de vergonha com os apelidos que inventa. “Eu chamo o Marcelo de ‘pinguim’ e ‘soldado’, esse porque ele serviu e foi bem quando eu me apaixonei”. Ela já chamou Marcelo de ‘gordo’ também.

Há quem esqueça a normalidade e crie nomes cômicos - e porque não, romanticamente patéticos. O técnico em informático Linconl Alves de Assunção, 27, declara que mantém vários com a namorada, Silvana. “Mas os mais ridículos são ‘Popinha petena’ e ‘bicho piguixa’, conta. Os dois estão juntos há um ano e meio e são só alegria.

Manoel Tavares, 28, é casado e prefere os diminutivos. “Chamo a Camila de neguinha, baixinha, coisica, nada de mais, não sou muito criativo”, se desculpa o publicitário. Solteiro, o webdesigner Caio Augusto Enokibara, 23, já teve namoradas Puccas e Bicudinhas, mas declara não repetir os apelidos para meninas diferentes. Ainda bem.

Outro que amarga recém-solteirice é André Schmann, 24. “Éramos malinha & chatinho, não é ótimo?”. O relacionamento, que durou mais de um ano, acabou há pouco - mas ele não acha que seja culpa dos apelidos.

A profissional de hotelaria, Mariana Borges, 40, diz que normalmente chama o namorado pelo nome - e só inventa algum apelido quando quer irritar. “Chamo de ‘bizunguinho. Já ele, costuma me chamar de ‘minha delícia’”. Eles estão juntos há mais de 2 anos.

Românticos ou engraçados, os apelidos fazem sentido apenas entre o casal. E é aí que mora a beleza da coisa!

Fonte - MBPress

 

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