Querer transformar o sapo em príncipe

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Querer transformar o sapo em príncipe

Você já ouviu aquela história da mulher que achou que tinha se casado com um príncipe, mas na verdade estava com um sapo? A professora Iracema de Souza Marvila garante que isso aconteceu com ela. Casada há 16 anos, Iracema namorou por um ano e meio antes de oficializar a união com o marido, Isaque. A professora decidiu se casar, pois acreditava que Isaque fazia tudo o que ela queria.

"Mas depois que eu casei, percebi que 'meu príncipe' estava mais para 'sapo'. Ele deixava que eu me encarregasse de tudo dentro de casa. Eu mandava e desmandava. Isso era bom para ele até porque se algo dava errado, a culpa era minha e não dele", conta.

Nesse enredo que lembra a letra de música de Amy Winehouse, "Stronger than me" que diz: "...Você deveria ser mais forte que eu", Iracema, então, percebeu que seu companheiro queria uma mãe e não uma esposa. "No início, eu até que fiz o papel que era 'dele' numa boa. Só que com o passar do tempo, me cansei. Percebi que eu precisava ser cuidada também, não só cuidar. Precisava ser ouvida de verdade e não de mentirinha, precisava de alguém para liderar também, até porque percebi que mulher tem que ajudar e não competir", diz ela.

Cansada das atitudes do marido e diagnosticada com estresse no hospital, a professora informou o companheiro que queria mudá-lo. Recebeu a resposta de que "pau que nasce torto, morre torto", mas não se deu por vencida. Começou a rezar e a deixar de fazer o papel que julgava ser do companheiro.

“Deixei que as dívidas se acumulassem, deixei a dispensa e a geladeira vazias, quando os nossos filhos vinham até mim, despachava para ele, comecei a querer as coisas independentemente do valor delas e a sair só com minhas amigas. Passei a agir como amante e esposa, e não como mãe”, se diverte.

Diante disso, segundo Iracema, a ficha do marido passou a cair. Aos poucos, as coisas estão mudando. O companheiro ainda sente saudade da “mulher antiga” e tenta ressuscitar a “empregada, doméstica, contadora, mãe”, mas Iracema não deixa. Impõe suas vontades e aos poucos está conseguindo “fabricar seu príncipe”.

No entanto, mudar o companheiro não é um ato muito saudável, de acordo com a psicóloga Silvia Forte Dias. “Na realidade, moldar um pouco o companheiro a gente pode até tentar, mas tem gente que não quer mudar e pretende fazer isso com o outro. A pessoa tem que estar vendo o que o outro tem de tão diferente. Às vezes, é melhor contestar o relacionamento”, explica a especialista.

Fonte - MBPress

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