Hímen complacente

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Hímen complacente

Antigamente era comum deixar o lençol manchado de sangue na noite de núpcias, pois a maioria das mulheres se casava virgem, caso contrário o casamento correria o risco até de ser anulado. Mas ter hímem não é sinal de virgindade se observarmos o hímem complacente. Mulheres que tem hímem complacente tem muita elasticidade no hímem e este volta ao normal depois do ato sexual. Apenas se rompe na ocasião do parto normal, pois a pressão é maior do que a penetração.

Hoje em dia, para muita gente ter o hímen ainda é sinal de virgindade. Mas quem pratica sexo oral e anal, pode ser considerada virgem? Polêmicas a parte, a questão é que existe uma pequena parcela de mulheres que já teve relações e ainda mantém a membrana, essa irrigada por pequenos vasinhos de sangue que se estouram.

"O hímen complacente não sangra na primeira relação. Antes isso gerava muito preconceito e problemas, pois as pessoas achavam que toda mulher virgem devia sangrar", diz Sueli Raposo, ginecologista do Delboni Auriemo Medicina Diagnóstica

Isso acontece por uma simples razão. Conforme a ginecologista Rosa Maria Neme, o hímen é uma membrana elástica. Entretanto, o complacente tem muita elasticidade e volta ao normal depois do ato sexual. Apenas se rompe no parto normal, pois a pressão é maior do que a penetração.

Este caso não indica que a mulher tenha alguma doença ou mesmo precise fazer uma cirurgia. Ela só é necessária quando não se consegue ter relações sexuais por causa da dor, quando é feita uma pequena incisão para abrir a membrana. Este tipo de procedimento cirúrgico é ainda mais indicado para hímens imperfurados.

"É sim preciso fazer a cirurgia, pois o hímen tem que ter uma abertura por onde saem as secreções e a menstruação. A membrana cobre toda a entrada da vagina e prejudica também as relações sexuais. Se for imperfurado, o sangue fica coletado causando muitas dores e podendo levar a infecções", explica Sueli Raposo.


Rosa acrescenta que a operação deve ser feita antes da primeira menstruação, logo na puberdade. "Mas como muitas pré-adolescentes apenas vão ao ginecologista após o início da menstruação, o diagnóstico é feito sempre depois".

Segundo a ginecologista, a cirurgia é simples. Enquanto a mulher está sedada é feito um pequeno corte e pontos, que cicatrizam em pouco tempo. No mesmo dia, ela já pode ir para casa.

Por Juliana Lopes

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