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Você é uma pessoa hipocondríaca?

Sáb, 16/02/2008 - 12h46

Você sente os batimentos do coração acelerar é logo associa como sinal de doença cardíaca. Ou quando está com enxaqueca, também encara como um aviso de problemas do cérebro. Repare nos seus hábitos e veja se não está se tornando uma pessoa hipocondríaca. Para ter certeza é simples. Durante um período significativo (pelo menos seis meses), veja se você não teve preocupações, medos ou crenças de que tem uma doença grave e interpretou isso de forma errada.

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Segundo o psiquiatra e professor da Universidade Federal de São Paulo, Miguel Roberto Jorge, a hipocondria é uma preocupação exagerada com a possibilidade de ter uma ou mais doenças sérias e progressivas, mesmo com a confirmação médica de não haver qualquer enfermidade física. “São comuns queixas de falta de energia, sensação de peso nas pernas e dores mal caracterizadas”, diz o médico.

Estima-se que de 10 a 20 por cento da população considerada “normal” possua essas preocupações hipocondríacas em algum momento da sua vida. “Principalmente em ocasiões de maior fragilidade emocional, sem que isso constitua a verdadeira doença hipocondríaca”, afirma Jorge.

A comerciante Renata de Almeida, 29 anos, carrega seus remédios para todos os lugares por onde viaja. “É por precaução”, diz ela. “Sou uma hipocondríaca saudável, não tenho culpa de realmente sentir dores”, completa, bem-humorada.

Conforme o especialista, essa preocupação causa-lhe um sofrimento considerável ou interfere negativamente em áreas importantes da sua vida, principalmente quando a pessoa persiste na idéia, mesmo depois de adequadas avaliações médicas.

O tratamento é difícil, pois o hipocondríaco está convencido de que algo em seu organismo encontra-se gravemente alterado. “A tranqüilidade não reduz essas preocupações. Entretanto, uma relação de confiança com um médico atencioso é benéfica, sobretudo se as visitas regulares ao seu consultório forem acompanhadas por uma atitude tranqüilizadora”, esclarece Jorge.

Fonte: MBPress

4 comentários no Vilaclub

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eurides eurides
Seg, 10/05/2010 - 22h31 - reportar abuso

Eu sou uma pessoa hipocondriaca, e alem do mais tenho tambem sindrome do panico e depressao e isso complica ainda mais o meu quadro. Tenho feito uma verdadeira via sacra de medico em medico e nao consigo me convencer que sou saudavel. Vou começar um tratamento psiquiatrico, e espero que pelo menos me ajude com a sindrome do panico. Porque nao é facil viver pensando 24 hors em doença e morte.

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diego rs diego rs
Sáb, 12/09/2009 - 14h01 - reportar abuso

com poso saber mais sobre é doença

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andreia camargo andreia camargo
Seg, 20/07/2009 - 08h15 - reportar abuso

minha sogra tem sintomas de ipocondriaca, quero ajuda-la mas nao sei como
ela e uma pessoa muito dificil, tem dezenas de dores ao mesmo tempo, e obesa diz que e inchada, tem 1m55 e pesa uns 107 quilos,nao caminha diz que nao consegue nao sei que medico procurar,se uma pessoa ta com dor de cabeça ela tambem esta , aumenta mais um pouco tem dor nas costas tambem , sepre passa mal quando a familia ta reunida , para chamar a atençao .

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Qua, 02/07/2008 - 01h02 - reportar abuso

Desde que me conheço por gente sou hipocondriaca. De ouvir histórias de outras pessoas comecei a criarum pavor imenso de que algo pudesse acontecer comigo. Aos 9 anos de idade, acreditava que se dormisse de barriga para cima um parafuso cairia na minha boca e iria direto para o pulmão. Depois deixei de comer coisas duras pois parariam na garganta. Aos 13 eu tinha embolia pulmonar todos os dias e aos 15 vermes transitavam no meu corpo. Nunca se quer fui usuária de qualquer droga por medo de uma parada cardio-respiratória. Fumei por 7anos e deixei o vicio antes do meu filho nascer. Depois que perdi a virgindade, desde os 17 acreditei piamente que era portadora do virus da AIDS. Aos 22 perdi uma viagem importantíssima que era o sonho da minha vida. Durante 1 ano passei em inumeros testes para trabalhar durante 3meses na Disney. Depois de ter pago tudo e ter subido no avião, eu desci do avião. Paguei umanova taxa de embarque por mais 2 vezes e desisti por medo. Depois disso, frustrada, chorando por semanas passei a ter sindrome dopanico que jamais dei muita importancia. Passei a achar que teria um AVC e infarto a qualquer momento. Cheguei a fazer exames que nada acusaram, mas as dores nunca deixaram de existir. E desde 2006 vivo com medo constante de a qualquer momento morrer. Isso fez com que eu mudasse alguns hábitos... mas comomeu filho nasceu há quase 1 ano não tive coragem ainda de voltar a trabalhar e levo uma vida sedentária. Mas passei a ter mais medos...o de todo o resto. Passei a ter medo de fazer exercicios, deir a lugares fechados e longe de casa como bares e festas, de dirigir sozinha, de andar na rua e de ficar dentro de casa sozinha. Muitos eu consigo administrar diariamente, mas outros sãoimpossíveis, como as dores mal interpretadas. É o desde sempre medo de morrer e medo de estar sozinha quando eu precisar de alguém. Agora que estou escrevendono final da noite, estou apavorada pelo fato de terum AVC sinto dores no ouvido e não posso acreditar que sejam somente dores no ouvido, mas já passei hoje por diversos infartes, embolias, diabetes e cancer (não sei onde). E as vezes que fui parar no hospital e os médicos riam da minha cara e encaminhavam-me para psiquiatras. Perdi as contas de quantos hospitais deixei de ser cliente.
Tenho plena consciencia de que 85% do meu medo foi plantado por minha mãe em mim quando ainda era pequena, "para dar limites" "o medo é bom porque segura as pessoas" "se vc fizer isso ou aquilo vc vai morrer". No fundo fui criada para ser covarde e hoje tenho medo de viver.

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