Portadores de necessidades especiais no mercado de trabalho

Qui, 18/06/2009 - 05h00

Portadores de necessidades especiais no mercado de

De um lado empresas interessadas em contratar portadores de necessidades especiais e do outro desempregados com deficiência física dispostos a contribuir para o mercado de trabalho. Conforme a legislação trabalhista, toda a empresa com mais de cem funcionários deve respeitar a lei das cotas, ou seja, destinar entre 2 e 5% de suas vagas a trabalhadores com algum tipo de deficiência.

Para Marcos Cintra, secretário do Trabalho da cidade de São Paulo, a dificuldade de inserção de pessoas com qualquer tipo de deficiência no mercado de trabalho ocorre em razão de muitos empregadores não conhecerem o universo de possibilidades que elas podem oferecer.

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"A falta de informação ainda é um dos principais obstáculos para os empresários não incluírem profissionais com deficiências no quadro de funcionários. Muitas vezes o empresário até possui uma serie de ações que destacam sua empresa como uma entidade comprometida com o social, mas quando o assunto é incluir pessoas com deficiência surgem as dúvidas. Em qual função ou setor incluir? Será que a pessoa com deficiência vai conseguir interagir bem com o grupo?", explica.

Uma das medidas usadas na da capital paulista é qualificar os técnicos de Recurso Humanos por intermédio do programa "Sem Barreiras", curso gratuitos para facilitar a inclusão de pessoas com deficiência. "A nossa meta é qualificar cerca de 5 mil profissionais de Recursos Humanos, desmistificando através da informação, algumas das principais barreiras", ressalta o secretário do Trabalho.

Já o Ministério do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) também mantém um programa de apoio ao cumprimento das cotas. O Projeto Piloto Nacional de Incentivo à Aprendizagem das Pessoas com Deficiência foi criado em parceria com Ministério Público do Trabalho e conta com a participação de 35 empresas. Desenvolvido em 10 estados brasileiros, ele estimula os empresários a contratar aprendizes deficientes por dois anos, com o compromisso de qualificar os trabalhadores e depois contratá-los por tempo indeterminado.

No Rio Grande do Norte, primeiro estado a receber o programa, em apenas sete meses, o número de pessoas com deficiência contratadas como aprendizes saltou de quatro para 41.


"As empresas alegavam dificuldade em encontrar mão-de-obra qualificada, então decidimos oferecer condições para que os empresários possam se organizar e preparar esses trabalhadores. As pessoas com deficiência dão todos os dias um exemplo de garra e superação, e só precisam de uma oportunidade", defende o ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi.

Por Juliana Lopes

4 comentários no Vilaclub

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marcos pauloo marcos pauloo
Seg, 18/06/2012 - 16h12 - reportar abuso

eu qero um trabalho mas nao sei onde encontro pode me ajuda e onde posso encontra por favoor ?

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lula lula
Qui, 10/06/2010 - 10h16 - reportar abuso

O portador de deficiencia fisica é tratado pela sociedade, que ainda não o aceitou com ser humano que é, como um instrumento de progandas ideológicas. Utilizam-se do PPDF simplesmente para divilgarem politicas publicas que nunca sairam do papel, visam unicamente se auto-promoverem.
A todo instante se fala nos direitos da PPDF com se tivessemos um raça a parte. Todos somos iguais, temos desejos, sentimentos, choramos, sorrimos, erramos e acertamos; não é peciso o texto formalizar isso.
A dignidade humana é o pricipio que faz com todos se sintam na obrigação de agirem na defesa do ser humano.
Não se pode em pleno seculo XXI fazermos distinção de raças, cor, sexos ou qualquer outro meio discriminação, já foi dado um passo muito grande para queremos voltar, estariamos fadados ao retrocesso, o que não é permitodo nosdias atuais.

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Mario Mario
Qui, 23/07/2009 - 16h41 - reportar abuso

Boa tarde, qual seria a lei que trata da contratação de pessoas com necessidades especiais pelas empresas??

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