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Adolescentes não ligam para proteção solar

Qui, 09/02/2012 - 05h00

Adolescentes não ligam para proteção solar

A procura de um bronzeado de verão os adolescentes não utilizam proteção solar. A falta de uso do protetor solar é uma característica desta fase preocupante da adolescência. Uma pesquisa realizada em afirma que os adolescentes não dão a mínima importância para a fotoproteção.

Pesquisadores do Memorial Sloan-Kettering Cancer Center in New York, alertam em uma publicação, o estudo Prospective Study of Sunburn and Sun Behavior Patterns During Adolescence na revista Pediatrics. Segundo eles, os pais transferem nesta fase da vida aos filhos a responsabilidade de aplicar o protetor solar diariamente, mas os estudos registram ainda que entre a vontade dos filhos e o desejo dos pais existe uma diferença.

Os pesquisadores perceberam que nesta fase precoce da vida muitos adolescentes se expõem a um elevado risco, o de desenvolver cânceres de pele mortais no futuro.

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Em 2004 foram entrevistados 360 adolescentes, entre 10 e 11 anos, em Massachusetts, visando registrar o tempo de exposição ao sol, o número de vezes que usavam proteção solar e outras situações, como experiências com queimaduras solares, por exemplo.

Três anos depois, em 2007, os pesquisadores registraram que o uso do protetor solar havia caído pela metade entre os jovens. A constatação foi alarmante. Segundo Stephen Dusza, um dos autores do estudo, "os adolescentes são bombardeados com imagens e mensagens veiculadas pela mídia que associam uma aparência saudável a estar bronzeado, sem levar em conta os danos precoces causados à pele. Quando lidamos com adolescentes entre 11 e 14 anos, há uma série de forças que promovem o bronzeamento a qualquer custo".


A dermatologista Cristine Carvalho, diretora do CDE - Centro de Dermatologia e Estética, lembra que os dados revelados pela pesquisa norte-americana refletem a falta de campanhas de saúde pública sobre a prevenção do câncer de pele. Segundo dados do INCA, Instituto Nacional do Câncer, em 2012, 6.230 novos casos de melanoma serão registrados, sendo 3.170 homens e 3.060 mulheres. "O melanoma é uma forma grave de câncer de pele, pois pode se espalhar para outras partes do corpo. Dependendo do tipo de melanoma, se diagnosticado e tratado precocemente as perspectivas são boas, mas as chances de cura são baixas se o câncer for diagnosticado numa fase tardia", informou.

Por Catharia Apolinário

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