Síndrome de Alcoolismo Fetal

Seg, 04/04/2011 - 05h01

Síndrome de Alcoolismo Fetal

Sabia que existe um problema que atinge bebês chamado Síndrome de Alcoolismo Fetal? O mal, como o nome sugere, é causado pelo consumo excessivo de bebida alcoólica pela mãe durante a gestação. O que acontece é que a substância é absorvida pelo bebê através da placenta, e é responsável por grande parte das deficiências apresentadas pelos recém nascidos.

Após o nascimento, surgem alguns sintomas, que são conhecidos como efeitos do álcool no feto, entre os mais comuns estão: baixo peso ao nascer, lábio superior mais fino, cabeça menor do que a média, má formação de alguns órgãos e dificuldade em desenvolver habilidades, como a fala e a coordenação motora.

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De acordo com o pediatra e neonatologista do Instituto Saúde Plena e do Hospital Albert Einstein, Jorge Huberman, tudo o que a grávida absorve, seja alimentação, bebidas ou drogas, é levado diretamente ao organismo do feto, o que pode trazer benefícios ou danos à saúde do bebê. "É importante que as mães saibam que qualquer quantidade de álcool ingerida pode trazer riscos à saúde do bebê, e isso também vale para medicamentos e outras drogas".

Para que o problema seja diagnosticado é necessário que o pediatra seja informado dos hábitos da mãe na gravidez e se existe histórico de alcoolismo na família. De acordo com o Huberman, o tratamento varia de acordo com cada caso, já que cada criança apresenta sintomas específicos.

Segundo estudos da organização mundial da saúde (OMS), 12 mil bebês nascem com a SAF. A organização não-governamental The National Organization on Fetal Alcohol Syndrome (Nofas) apresentou uma pesquisa em que cerca de 40 mil crianças por ano em todo o mundo sofrem de SAF, número que supera doenças como Síndrome de Down e distrofia muscular. No Brasil, não existe nenhum dado oficial que determine quantos bebês são atingidos pela doença, mas o número de casos pode ser muito grande, já que na maioria das vezes não é diagnosticada.

2 comentários no Vilaclub

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Débora e Miriam Débora e Miriam
Qua, 28/09/2011 - 17h32 - reportar abuso

Achei muito importante e consciente as palavras que vocês escreveram no blog. Somos estudantes da Faculdade UNASP, campus Engenheiro Coelho e estamos realizando uma pós em inclusão social. Como sou professora tenho uma aluna que possui essa síndrome e sinto que não é um assunto muito divulgado. É necessário que esse assunto seja abordado para que conscientize as pessoas o mal que elas podem causar a elas e as proprias crianças que virão.

Obrigada.

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Débora e Miriam Débora e Miriam
Qua, 28/09/2011 - 17h30 - reportar abuso

Achei muito importante e consciente as palavras que vocês escreveram no blog. Somos estudantes da Faculdade UNASP, campus Engenheiro Coelho e estamos realizando uma pós em inclusão social. Como sou professora tenho uma aluna que possui essa síndrome e sinto que não é um assunto muito divulgado. É necessário que esse assunto seja abordado para que conscientize as pessoas o mal que elas podem causar a elas e as proprias crianças que virão.

Obrigada.

Débora e Miriam.

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