Contrações de Braxton Hicks

Contração Braxton Hicks

Gravidez não é doença, mas requer cuidados e atenção ao próprio corpo. Ter uma vida crescendo dentro do útero muda a dinâmica dos órgãos e é preciso estar alerta aos sinais que o próprio organismo envia.

Um dos ‘sintomas’ que a mulher pode ter, geralmente no terceiro mês de gestação, são as contrações de Braxton Hicks. Conforme explica o ginecologista e obstetra Juscélio de Andrade, que atende na Clínica Senhora e no Hospital São Paulo, em Cianorte, no Paraná, elas são reações do útero recorrentes de estímulos como esforços, toques e até relações sexuais.

“Tratam-se de contrações leves inefetivas, ou seja, são incapazes de desencadear trabalho de parto”, diz. Segundo ele, os sintomas são endurecimento abdominal leve de curta duração, que não levam à dilatação do colo uterino - e cedem espontaneamente. “Já as contrações do trabalho de parto são rítmicas, de freqüência progressiva e mais intensas. Essas sim culminam com a dilatação do colo”.

Quando esse tipo de contração incomodar, é melhor colocar o pé no freio. O recomendado é evitar esforços físicos, inclusive o sexo. Mas não precisa se descabelar. Como Juscélio esclarece, esses sintomas não indicam início de trabalho de parto. Quando as Braxton Hicks acontecem, é sinal de que o útero está se preparando para as contrações verdadeiras que ajudam a empurrar o filhote na hora certa.

Essas contrações têm esse nome devido ao médico inglês John Braxton Hicks, o primeiro a descrevê-las, em 1872.

Por Sabrina Passos (MBPress)

 

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