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Quem Sou: Sou jornalista brasileira especialista em etiqueta e comportamento. Desde janeiro de 2007 sou Chefe do cerimonial do governo do estado de São Paulo.
Trabalhei durante oito anos no Grupo Abril, recebendo o Prêmio Abril de Jornalismo por meus trabalhos na Revista Casa Claudia . Colaborei, por muito tempo, como free-lancer para a Isto É - e assinando durante um ano uma coluna de gastronomia e também nas revistas Vogue e Playboy , onde lancei o suplemento de moda masculina.
Frase Preferida: "A maior guerra que venci foi remover da memória as batalhas que perdi. Napoleão."
Idade: 50 anos
Relacionamento: Casada
Filhos: 1
Bichos: Sim
Orientação Sexual: Heterossexual
Estilo: Casual
Fumo: Não
Bebo: Ocasionalmente
Formação: Pós Graduação
Natural de: São Paulo
Vive em: São Paulo/SP - Brasil
Profissao: Jornalista, escritora, Chefe do Cerimonial do Governo do Estado de São Paulo e, há períodos em que faço colunas em rádio como os dois anos em que falei diariamente sobre comportamento na coluna Atitude da Band News FM
Música: Na carreira de cantora recebi o Prêmio Sharp de música na categoria "Revelação", em 1988.
Fiz o musical "Sampa Rio Sampa", ao lado de Luis Carlos Miele, sob a direção de Abelardo Figueiredo e tive uma participação especial, no musical "Cabaré" com dire
Atividades: Jornalista brasileira especialista em etiqueta e comportamento. Desde janeiro de 2007 estou no cargo de chefe do cerimonial do governo do estado de São Paulo.
Comecei em televisão apresentando o programa "Dois na Cidade" pela Abril Vídeo e trabalhei em
Livros: Já escrevi 10 livros sobre Etiqueta, comportamento e moda.
2005 - Visual, uma questão pessoal - Ter estilo, saber combinar as cores, adequar a roupa à ocasião e, principalmente, sentir-se bem com o que se veste, é uma questão de personalidade. Saia da mo
Filme: Gosto muito de cinema - todo tipo de filme. Jamais saí no meio de um filme. Mas não curto ficção científica.
Cor do cabelo: Preto
Olhos: Castanho claro
Altura: 1,63
Tipo físico: Normal
Site/blog: http://www.claudiamatarazzo.com.br
Tramita no Congresso um projeto de lei que prevê cotas favorecendo o ingresso – através de concurso – de pessoas deficientes nas Forças Armadas Brasileiras. Atrasado até, uma vez que em vários países como Israel e Portugal isso já é uma realidade há anos.
A má, péssima, notícia é que, enquanto a lei tramita para análise em primeira instância já há um lobby forte para que ela não passe e que continue a vigorar o veto dessas pessoas a sequer prestar o concurso. Simples assim.
Minha fonte diz que não são poucos os que argumentam a favor do veto e quando soube disso não pude deixar de me escandalizar. Onde está a mão amiga do “Braço Forte, Mão amiga” lema do nosso valoroso Exército?
Veja a ironia da situação caras amigas: logo após a segunda grande guerra, o mundo inteiro começou a mudar com mais agilidade suas políticas com relação a pessoas com deficiências. Afinal de contas, por conta de uma guerra, o planeta subitamente viu-se povoado com uma legião de bravos combatentes mutilados que, de volta a seus países esperavam continuar suas vidas da melhor maneira possível.
Enquanto isso o Brasil - que de fato pouco participou da guerra - não se preocupava muito com o assunto. Só agora, com tantas novas tecnologias facilitando a vida de pessoas com deficiências, elas aos poucos conseguem um espaço maior no mercado de trabalho. E eis que, 60 anos depois, alguma boa alma lembrou-se de corrigir o erro, permitindo a deficientes que ingressem nas Forças Armadas.
De que maneira eles podem ajudar? – você deve estar se perguntando. De muitas, ora. Se há médicos, enfermeiros e controladores de vôo (como há e muitos) com deficiências fora das Forças Armadas desempenhando suas funções irrepreensivelmente, porque raios eles não poderiam fazer o mesmo dentro delas!?
Pois é: há o preconceito aliado a falta de informação e, principalmente o comodismo, o medo de mudar um pouco, de aprofundar o olhar sobre um determinado problema. Tudo isso junto faz com que pessoas menos evoluídas insistam em vetar o ingresso de pessoas com deficiência em nossas Forças Armadas.
Ora, ninguém está falando que é para alguém sobre cadeira de rodas subir o morro atrás do inimigo. Mas e as áreas onde isso não é necessário? A administração, a estratégia a inteligência – como fica tudo isso? Será que necessariamente são indispensáveis os Rambos para cuidar delas? Duvido.
Israel é um país em guerra permanente. E lá, há um enorme contingente de pessoas com deficiência que se alistam voluntariamente (elas podem) e trabalham nos mais variados setores.
Yonatan Cohen é um deles, e sobre uma cadeira de rodas , com a mobilidade seriamente reduzida em função de paralisia cerebral, percorre todo o território fazendo palestras sobre a importância do alistamento.
Acaba sendo um exemplo, pois, ao vê-lo, muito poucos podem alegar que não podem se alistar devido a este ou aquele problema. (Quantos filhinhos de papai escapam do CPOR alegando ter pé chato? É o que dá ter leis limitantes como as nossas...)
Espero que a nova lei passe e que vença a luz. Até por que, sempre é bom lembrar que os generais (indispensáveis nas estratégias de guerra e inteligência) dificilmente são jovens e muitos se enquadram na categoria “mobilidade reduzida.” Mas nem por isso são excluídos de suas corporações ou deixam de lutar.
Danielle Kalifa, uma moça cega que serve ao exército israelense, afirma que “se a comunidade não sabe aceitar pessoas um pouco diferentes, nunca chegará a bom termo.” Deve ser por isso que o Brasil caminha rapidamente para trás - e nessa bagunça.
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