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Quem Sou: Sou feliz pq Meu Deus Faz por mim sempre o melhor e o melhor é ter vocÊs comigo: Augusto, Davi, e tbm kleber que é o amor da minha vida.
Nao sou perfeita, mas faço tudo para sermos felizes.
Tenho um Pai, no céu que nunca esquece de mim, está sempre presente na minha familia, na minha vida..., me dá todas as resposta que preciso...sempre que preciso, e sei que me carrega no colo.

Frase Preferida: ""Só é duradouro o que se renova todos os dias"

"A vida é um eco, Se vocÊ nao está gostando do que está recebendo, observe o que Está emitindo.""

Idade: 31 anos

Relacionamento: Casada

Filhos: 2

Bichos: Sim

Orientação Sexual: Heterossexual

Fumo: Não

Bebo: Não

Formação: 2° Grau

Natural de: Caravelas/BA

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Profissao: Auxiliar de Departamento Pessoal

Música: Noites traiçoeiras, todas de Anjos de Resgate.

Atividades: trabalho muito...

Livros: A Biblia

Filme: de comédia.

Cor do cabelo: Loiro escuro

Olhos: Verde escuro

Altura: 1,61

Tipo físico: Magra

ESTÁ É A PROVA DE QUE TEMOS UMA MISSÃO A CUMPRIR E UM SÓ DIA PARA PARTIR

Criado em Sex, 21/11/2008 13h45
Por Marilu

História verdadeira
>
> Esta é a prova de que temos uma missão a cumprir e um só dia para partir.

> Historia verdadeira e muito interessante !!!!
> No mês de agosto de 2001, Moshê (nome fictício), um bem sucedido
> empresário judeu, viajou para Israel a negócios.
> Na quinta feira, dia nove, entre uma reunião e outra, o empresário
> aproveitou para ir fazer um lanche rápido em uma pizzaria na esquina das
> ruas Yafo e Mêlech George no centro de Jerusalém.
> O estabelecimento estava superlotado. Logo ao entrar na pizzaria,
> Moshê percebeu que teria que esperar muito tempo numa enorme fila, se
> realmente desejasse comer alguma coisa - mas ele não dispunha de tanto
> tempo.
> Indeciso e impaciente, pôs-se a ziguezaguear por perto do balcão de
> pedidos, esperando que alguma solução caísse do céu.
> Percebendo a angústia do estrangeiro, um israelense perguntou-lhe se ele
> aceitaria entrar na fila na sua frente. Mais do que agradecido,
> Moshê aceitou. Fez seu pedido, comeu rapidamente e saiu em direção à sua
> próxima reunião.
> Menos de dois minutos após ter saído, ele ouviu um estrondo aterrorizador.
> Assustado, perguntou a um rapaz que vinha pelo mesmo caminho que ele
> acabara de percorrer o que acontecera. O jovem disse que um homem-bomba
> acabara de detonar uma bomba na pizzaria Sbarro`s.
> Moshê ficou branco. Por apenas dois minutos ele escapara do atentado.
> Imediatamente lembrou do homem israelense que lhe oferecera o lugar na fila.
> Certamente ele ainda estava na pizzaria.
> Aquele sujeito salvara a sua vida e agora poderia estar morto.
> Atemorizado, correu para o local do atentado para verificar se aquele
> homem necessitava de ajuda. Mas encontrou uma situação caótica no local.
> A Jihad Islâmica enchera a bomba do suicida com milhares de pregos para
> aumentar seu poder destrutivo. Além do terrorista, de vinte e três anos,
> outras dezoito pessoas morreram, sendo seis crianças. Cerca de outras
> noventa pessoas ficaram feridas, algumas em condições críticas.
> As cadeiras do restaurante estavam espalhadas pela calçada.
> Pessoas gritavam e acotovelavam-se na rua, algumas em pânico, outras
> tentando ajudar de alguma forma.
> Entre feridos e mortos estendidos pelo chão, vítimas ensangüentadas eram
> socorridas por policiais e voluntários. Uma mulher com um bebê coberto de
> sangue implorava por ajuda.
> Um dispositivo adicional já estava sendo desmontado pelo exército.
> Moshê procurou seu "salvador" entre as sirenes sem fim, mas não conseguiu
> encontrá-lo.
> Ele decidiu que tentaria de todas as formas saber o que acontecera com
> israelense que lhe salvara a vida. Moshê estava vivo por causa dele.
> Precisava saber o que acontecera, se ele precisava de alguma ajuda e,
> acima de tudo, agradecer-lhe por sua vida.
> O senso de gratidão fez com que esquecesse da importante reunião que o
> aguardava.
> Ele começou a percorrer os hospitais da região, para onde tinham sido
> levados os feridos no atentado.
> Finalmente encontrou o israelense num leito de um dos hospitais. Ele
> estava ferido, mas não corria risco de morte.
> Moshê conversou com o filho daquele homem, que já estava acompanhando
> seu pai, e contou tudo o que acontecera. Disse que faria tudo que fosse
> preciso por ele.
> Que estava extremamente grato àquele homem e que lhe devia sua vida.
> Depois de alguns momentos, Moshê se despediu do rapaz e deixou seu cartão
> com ele.
> Caso seu pai necessitasse de qualquer tipo de ajuda, o jovem não deveria
> hesitar em comunicá-lo.
> Quase um mês depois, Moshê recebeu um telefonema em seu escritório em
> Nova Iorque daquele rapaz, contando que seu pai precisava de uma
> operação de emergência. Segundo especialistas, o melhor hospital para
> fazer aquela delicada cirurgia fica em Boston, Massachussets.
> Moshê não hesitou. Arrumou tudo para que a cirurgia fosse realizada
> dentro de poucos dias. Além disso, fez questão de ir pessoalmente receber
> e acompanhar seu amigo em Boston, que fica a uma hora de avião de Nova
> Iorque.
> Talvez outra pessoa não tivesse feito tantos esforços apenas pelo
> senso de gratidão. Outra pessoa poderia ter dito "Afinal, ele não teve
> intenção de salvar a minha vida: apenas me ofereceu um lugar na fila " Mas
> não Moshê. Ele se sentia profundamente grato, mesmo um mês após o atentado.
> E ele sabia como retribuir um favor.
> Naquela manhã de terça-feira, Moshê foi pessoalmente acompanhar seu
> amigo - e deixou de ir trabalhar. Sendo assim, pouco antes das nove horas
> da manhã, naquele dia onze de setembro de 2001. Moshê não estava no seu
> escritório no 101º andar do World Trade Center Twin Towers.
> (Relatado em palestra do Rabino Issocher Frand)

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Comentários (2)


nossa, incrível!!!

Sáb, 29/11/2008 - 09h25

Mas o mais incrível ainda é q ele foi salvo duas vezes pela mesma pessoa!!!
Impressionante...

Deus escreve certo por linhas tortas...

Sex, 21/11/2008 - 14h41

nossa q impressionante essa historia
linda!!
coisa q poucos seriam capazes de reconhecer e agradecer de tal maneira


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