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Quem Sou: Astróloga, escritora e poeta. Trabalho com Astrologia desde 1992; atendo a consultas de Mapa Astral, Trânsitos, Revolução Solar e Sinastria; dou cursos, palestras e escrevo para jornais, revistas e sites, do Brasil e do exterior. Formação superior em Psicologia. Integrante do Nears (Núcleo de Estudos Astrológicos do Rio Grande do Sul). Integrante do Conselho Deliberativo da CNA (Central Nacional de Astrologia). Autora dos livros de poesias "Céu da Boca" e "Alumbramento".
Frase Preferida: "Para ser grande, sê inteiro
Nada teu exagera ou exclui
Sê todo em cada parte
Põe o quanto és no mínimo que fazes
E assim em cada lago a Lua brilha
Porque alta vive (F.Pessoa)"
Idade: 39 anos
Relacionamento: Casada
Filhos: 0
Formação: Universitário
Vive em: Boston - Estados Unidos
Profissao: Astróloga
Música: Bossa Nova, MPB, Flamenco, Blues, Clássica, Cubana...
Livros: Poesia, Astrologia, Viagens... Fernando Pessoa, Anaïs Nin, Stephen Arroyo, Caio Fernando Abreu, Hilda Hilst...
Filme: Henry & June, Frida, O Livro de Cabeceira
Cor do cabelo: Castanho claro
Olhos: Verde claro
Site/blog: http://www.isabelmueller.com.br
Durante o período de 23 de outubro à 22 de novembro o Sol se movimenta no signo de Escorpião. Este período caracteriza uma metamorfose, o contato com profundezas psíquicas, com emoções de grande intensidade, que podemos ter dificuldade de lidar.
É o momento zodiacal em que devemos realizar uma profunda transformação. É uma fase de eliminação, de reciclagem, de conhecer o resultado de nossas interações emocionais e de como temos lidado com a sexualidade e com o poder.
Tende a ser um período muito desafiador, mas com grande potencial de crescimento, se tivermos coragem de renovar a nossa vida. Pode trazer à tona conflitos de poder, e a dificuldade em mudarmos o que já "morreu" dentro de nós...
O tempo escorpiano é o tempo de Plutão, mestre das profundezas, senhor dos subterrâneos, de tudo o que não está integrado em nós, porque reprimido ou não aceito.
Indica processos de regeneração, crise, morte e renascimento. É como uma “cirurgia”, onde removemos os resíduos do passado. Algo que está passando por uma desintegração, perda, morte, mas ao mesmo tempo sendo regenerado, revitalizado.
É a percepção da finitude e da impermanência de todas as coisas. A morte do ego.
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